Da hora do corvo
Esforço-me ante ao alvo fruto
Cyperua papyrus
Latim, meu latim
Das terras proibidas nos confins
Do avesso a mim
Que revoam e retorcem
Que castram e vivificam
Olhai por mim, Divino
Minhas entranhas cerebrais
Minhas ramificações neurais
Meus dedos viscerais
Fonemas inquietos
Curvas sem tangentes
Disformes dígrafos celestiais
Só fluxo e corrente
Concepções em espirais
Incendeia o corpo decadente
Liberando a alma fugaz
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